sexta-feira, 10 de maio de 2013

Siglas e Certificações.

As certificações após os títulos e a importância, para o desejado e necessário diferencial dos profissionais visando o mercado de trabalho atual. Não há fórmulas. Há dicas. Existem situações conjunturais que propiciam sucesso. Alguns o encaram como milagres, sorte, outros como determinação, análise, visão. Tudo é possível.

http://administradores.com.br/artigos/carreira/siglas-e-certificacoes/70540/

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O tempo passou e ... nada mais


Hoje, passados quase dois meses do meu retorno ao Brasil depois de ter ficado em Buenos Aires, por questões de trabalho, durante 09 meses, num projeto que foi cancelado, encerrado repentinamente, mas que de maneira nenhuma podemos chamar de falido, lembro-me dos momentos da despedida, às pressas, que fiz, das pessoas que não consegui me despedir e daquelas que feliz e tristemente abracei, com a certeza de que um dia tudo terminaria, com a felicidade que voltaria à casa, para os meus, para o que é meu, do presente de aniversário que não ganhei, por causa da partida iminente, mas que os colegas, os mais próximos, num gesto, que de veras me emocionou, decidiram me entregar o dinheiro arrecadado até o momento, para usá-lo naquilo que eu desejar, de todas as coisas que teria gostado de fazer antes de partir, mas que tive que me ajustar a o que tinha: praticamente, poucas horas para voltar.
 

Foi um bom período, uma boa experiência. Consegui materializar, profissionalmente falando, muitos conhecimentos adquiridos ao longo dos quase 30 anos de engenharia, me desempenhando em diferentes funções. 

Tudo era necessário, tudo valeu a pena, desde as conquistas até os desacertos, desde pessoas inesquecíveis até as descartáveis.

Conversando com os meus filhos e reiterando-lhes, sobre a necessidade de tomarem consciência da importância, de assumir o comando sobre o futuro, a partir de ações no presente, percebo, mais uma vez, o infinito e o efêmero do tempo. 

O tempo não pára, não tem fim, mesmo quando não houver nada, hipoteticamente, porque a matéria não termina ou não tiver alguém para medi-lo, ele continuará, mas as nossas vidas são tão curtas, que devemos aproveitar cada instante, porque a oportunidade talvez não seja a última, mas o momento é irrepetível, ele já passou.

Os que conseguiram ficar na Argentina mais uns dias decidiram organizar um churrasco de despedida e o convite foi enviado por cortesia, a todos, os que comumente nos reuníamos, mas a possibilidade de eu comparecer era bem improvável. Na ocasião, só pôde enviar um e-mail confirmando o que todos sabiam, ou seja, a minha não presença, já seja, para bem, para mal, ou para nada.

Reproduzo o texto da mensagem, para que a leiam todos os que de uma forma ou outra, desconhecem a minha impressão daquela cidade, daqueles dias.
Hola

Por razones conocidas por todos, físicamente no estaré con ustedes, mas les llevaré mis recuerdos, los mismos que me esforcé por recopilar, aquella tarde, donde con una carga emocional grande, me despedí de casi todos, salí por aquella misma puerta que tantas veces me vió partir y regresar y me volví andando por aquellas calles, de una encantadora ciudad, cuya belleza y encantos, ni sus propios habitantes consiguen calcular.
Quiero reiterarles que les soy eternamente grato, por todo lo que ocurrió y hasta por lo que no pasó.
Yo albergo espacio para las cosas buenas, para lo que aprendí, para lo que aporté, para las personas que conocí. Para mí, el ser humano y las relaciones humanas, son el centro de todo.

Las cosas no tan buenas, sirven para el libro de las experiencias, de lo que debe ser evitado, descartado, para me prevenir y sinceramente no tuve que agregar muchas páginas, durante este período en Buenos Aires.
Aproveché el tiempo en cosas más útiles, en crecer.

Hoy comencé a trabajar en las instalaciones de la empresa en Belo Horizonte, para comenzar un nuevo ciclo o quizás para dar continuidad, al que inicié antes de ir para Argentina. De cualquier forma, con la misma dosis de optimismo. No hay frustraciones. Hay experiencias. Hubo vivencias.
A todos les deseo que encuentren sus buenos caminos y que algún día podamos reunirnos, reir del pasado y sonreir para el futuro: Sonríanle a la vida para que la vida les sonría.

Entrañable abrazo y excelente asado!!!
Lino

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Meu momento Celebridade

Esta foto foi feita no estádio do Boca Junior, na Bomboniére (La bombonera), em Buenos Aires, durante o último "amistoso" em 2012, que foi adiado entre Brasil e Argentina e que a final o nosso pais venceu.

É o momento celebridade ou mais próximo de celebridade, que já tive nos últimos anos. Confesso que fui arrastrado para esta foto, mas não me arrependo, a persona ou a personagem Ceará, fantaseado de Pelé, foi de extrema gentileza e amabilidade e eu, que não sou nada dado a este tipo de abordagem, me senti confortável.

A única semelhança com Dimitri kuldarov, "o herói" de Anton Chejov é que eu estava um pouquinho tonto, o que é inusual em mim.

A celebridade não é o meu fim, não é o meu objetivo.


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Todos nos sentimos aptos para dar consejos.


Muchas veces pensamos, que tenemos la capacidad de analizar la situación del prójimo, al tiempo que definimos teoricamente, un conjunto de soluciones, aparentemente simples,  para dar al traste con los problemas que acongojan a los demás.

La buena voluntad, el deseo de ayudar y ser útiles,  marcan presencia en estas horas. En ocasiones nos hacemos  víctimas del viejo refrán: “En casa del herrero, cuchillo de palo”. Cuántas  veces nos hemos visto en encrucijadas similares y no hemos sido capaces ni de pensar, ni tan siquiera por escasos instantes, en algunas de las propuestas, que  por nuestra parte, ya fueron brindadas a otros necesitados?

No atinamos a poner en práctica, ni el 10% de aquello que ofreceríamos como soluciones. Pienso que si aplicáramos el 11% de lo que elaboramos para salvar otras personas, nuestras propias vidas serían mucho mejores y articuladas, al tiempo que puliríamos cada vez más nuestra sagacidad, para construir salidas para los problemas propios y los ajenos.

Pero que seríamos, si no tuviéramos esa persona,que de buena fé, nos tenta guiar, abrir los ojos?  Muchas veces, excelentes seres humanos sin recursos de ninguna índole, inclusive, por veces, provistos de inteligencias de no muy largo alcance. Ver cómo se esmeran en colaborar, con las vivencias que tuvieron, tan o más estimables que muchos QI aventajados, con el aval de haberse formado en la rica universidad de las calles!

Entonces, cuando se tiene el privilegio de recibir “abre-ojos”, que brotaron de las gargantas de especialistas en el assunto: “vivir”, lo mejor que podemos hacer es detenernos y reflexionar. Haz recibido el llamado de la vida y este asunto, merece atención.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Um dos meus amigos (7)


Da história a seguir eu me apoderei. Ela, felizmente não aconteceu comigo, mas eu tomei as dores do meu amigo, uma excelente pessoa, que eu quero de uma forma ou outra homenagear.

Dizer que a desonestidade é a “qualidade” mais marcante do brasileiro ou concluir em que a “Lei do Gerson” sintetiza magistralmente o proceder e o comportamento deste povo, seria meio injusto ao tempo que meio benévolo.

A citada lei poderia ter infinidade de nomes, desde os mais comuns passando pelos menos assustadores até chegarmos ao precioso estágio de aqueles nomes, que não só são aberrações da língua e a imaginação – criatividade, como que são carregados, em muitos casos, por seres bizarros, revoltantes, em fim, repugnantes.

Um dos meus amigos faz jus a este sagrado princípio da falta e/ou inversão de valores, onde o fim sempre justificaria os meios. Ele faz questão de se autoproclamar um experto urbano, um catedrático da vida e por esta razão, acredita que todos são e somos tolos, que ele sempre está um passo, quando não vários, a frente de nós.

Em certa ocasião, eu precisei vender um carro, mas não estava com tempo, nem com vontade de procurar compradores. Ele, que é um clássico busca-vida, que mexe com tudo o que é possível de imaginar, para ganhar qualquer “10 real”, também tinha a sua faceta de corretor de automóveis e alardeava de lucros na compra e revenda de carros.

Não deu outra, o meu carrinho, praticamente novo e muito pouco rodado, coloquei-o nas mãos dele, que a primeira coisa que fez, foi aplicar uma limpeza inaudita e o deixou lustroso.

Até aqui, tudo bem.

Mas, quão ingênuo seria eu ao pensar que aquela limpeza só serviria, para dar uma aparência ainda melhor ao carro, quando de fato, não precisava de lero-lero.

O meu amigo, aliás, chega de ironia e hipocrisia: o meu falso amigo, esteve fazendo um profundo estudo das vantagens que poderia tirar, caso não pudesse obter muitos dividendos com a venda ou se a mesma não acontecesse nunca. Perder, nem no campeonato de cuspo!!!

Todos os dias, o sujeito me perguntava quanto iria ganhar com a venda, ou seja, o percentual, etc., e eu tinha que ouvir os cálculos em voz alta, que o personagem fazia assim como as reações de inconformidade / satisfação que manifestava.

Entre a crise econômica que vive o mundo e da qual o Brasil não ficou fora, assim como da oferta crescente de veículos novos incluindo, condições de pagamentos a se perderem de vista e desconsiderando a “boa” gestão do pilantra, o carro algum tempo depois voltou a minha garagem, para ficar empoeirado por mais algumas semanas, até que decidi vender para uma concessionária.

Já poderão imaginar o quanto recebi e o bem avaliado que foi, mas eu não tinha muitas alternativas e afortunadamente, naquela época, a diferença entre o que não me pagariam com pouco esforço e o que me pagariam com um desgaste maior, não se transformaria naquele conforto.

Confesso-lhes que pulei a parte que provocou esta minha atual reflexão, mas agora eu contarei.

Quando o carro retornou à minha garagem, eu sempre semanalmente o ligava, para mantê-lo em boas condições operacionais, como fazia antes de entrega-lo para o elemento, que viabilizaria a venda do mesmo e a partir deste retorno, toda vez que queria ligar o carro, a bateria estava arriada, o que era inverossímil e inaceitável para um carro novo, logicamente com uma bateria nova.

Eu, que pouco ou nada sei de mecânica de carro, questão que o meu falso amigo sabia, pesquisei com a concessionária a marca das baterias com que estes carros saiam de fábrica e qual não seria a minha surpresa ao constatar que “o coisinha”, trocou a mesma, pensando que eu não repararia e a final, se eu vendesse o veiculo, o problema passaria para frente, mas a esta altura ele já teria se dado bem e obtido um troco pelo serviço que não executou, nem concluiu, mas deu o golpe e se saiu bem, obedecendo ao seu modus operandi.

Não perdi meu tempo em tirar satisfação dele. Certamente o prejuízo seria repassado, ainda que isto não tenha nada a ver com a minha índole.

 A minha falsa amizade é com ele. Os outros integrantes da família são boas pessoas e não mereciam passar por este constrangimento.

Eu desfruto toda vez que o encontro e compartilhamos um pouquinho.

Por um lado, ele se achando o máximo por ter me passado para trás e eu nem ter reparado, segundo a sua pobre e limitada conceição da vida e do outro lado eu, fingindo de bobo, mas agindo atentamente, sem que ele perceba que estou antenado.

É o jogo da vida. É o jogo entre o Bem e o Mal.

Quem sabe, agora que estamos em época de comemorações, a gente junta as panelas um dia, como costumávamos dizer e cada um será feliz pelo seu lado e a sua maneira.

O macabro pode-se tornar ridículo e o ridículo, pode-nos provocar satisfação. É só um problema de ponto de vista e da parte em que você se encontra.

Quer ser feliz por uns instantes? Deixe os outros acreditarem, que você não sabe, que você está por fora, que você está com nada, finja de bobo!

E você, meu querido amigo: esqueça-o. Você ganhou um aprendizado e isso, não tem preço.

Feliz Ano Novo para você meu amigo, para tua companheira e para as tuas filinhas também.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

CRIATIVIDADE

Eu também tenho a minha opinião sobre determinados assuntos. Este é um deles. Quer saber de que se trata? Então só resta ler.

http://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=26417