segunda-feira, 24 de junho de 2013

Xq DESABAFO?


Para poder explicar o porquê da escolha do nome deste blog, prefiro partir do slogan principal que representa o mesmo: “Meu condomínio de valores. Meu universo de vivências. O mundo como é e como eu o vejo”.

À semelhança com milhões de seres humanos ao redor do mundo, acredito ter um apego fiel, pelo que planto e pelo que a tradição familiar plantou em mim, as sementes dos valores que cultuo e protejo, com os recursos de segurança de um condomínio, bem vigiado e inviolável.

Perante as adversidades externas, aos ataques propositais e involuntários, faço por mantê-lo incólume, íntegro e enriquecido.

Estabeleço grades de proteção gigantes e outras invisíveis. As cercas que não se veem são difíceis de romper.

Ao mesmo tempo, de maneira organizada abro os portões, para interagir com o bem que possa vir de fora e com o bem que eu possa levar, para fora dos limites da minha fortaleza.

Coisas ruins entram e saem, corre-se este perigo.

Eles, os meus valores, podem ser poucos ou muitos, importantes ou não, tudo é relativo aos olhos de quem julga. Eu não estou para julgá-los. Estou para entendê-los, assumi-los ou descartá-los.

Para julgar, tem Alguém bem mais acima, por direito próprio e outros mais embaixo, que tentam arrebatar esse privilégio, mas que simplesmente perdem o precioso tempo.

Com relação ao Meu Universo de Vivências, utilizo este magnânimo termo, porque são muitas, e não porque estejam associadas a viagens, experiências de uma ou outra índole, ou a conhecimentos específicos, a dores, a alegrias, a tristezas ou a conquistas, etc., também, senão porque cada instante é aproveitado para aprender, para crescer, para entender quem sou e por que estou aqui, para reafirmar o belo que é viver.

O mundo como é e como eu o vejo. É mais como eu o vejo, porque como é, ninguém a ciência certa saberia dizer. Ele é definitivamente como cada um o enxerga. O momento: Como é? Reduz-se à descrição de fatos, ainda que inevitavelmente, tenhamos que avaliar os mesmos por completo ou apontar para certos detalhes.

Como é e como o vejo, é único. É uma maneira muito pessoal, muito minha de aceitar, ou desaprovar, ou por que não, de ignorar.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Siglas e Certificações.

As certificações após os títulos e a importância, para o desejado e necessário diferencial dos profissionais visando o mercado de trabalho atual. Não há fórmulas. Há dicas. Existem situações conjunturais que propiciam sucesso. Alguns o encaram como milagres, sorte, outros como determinação, análise, visão. Tudo é possível.

http://administradores.com.br/artigos/carreira/siglas-e-certificacoes/70540/

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O tempo passou e ... nada mais


Hoje, passados quase dois meses do meu retorno ao Brasil depois de ter ficado em Buenos Aires, por questões de trabalho, durante 09 meses, num projeto que foi cancelado, encerrado repentinamente, mas que de maneira nenhuma podemos chamar de falido, lembro-me dos momentos da despedida, às pressas, que fiz, das pessoas que não consegui me despedir e daquelas que feliz e tristemente abracei, com a certeza de que um dia tudo terminaria, com a felicidade que voltaria à casa, para os meus, para o que é meu, do presente de aniversário que não ganhei, por causa da partida iminente, mas que os colegas, os mais próximos, num gesto, que de veras me emocionou, decidiram me entregar o dinheiro arrecadado até o momento, para usá-lo naquilo que eu desejar, de todas as coisas que teria gostado de fazer antes de partir, mas que tive que me ajustar a o que tinha: praticamente, poucas horas para voltar.
 

Foi um bom período, uma boa experiência. Consegui materializar, profissionalmente falando, muitos conhecimentos adquiridos ao longo dos quase 30 anos de engenharia, me desempenhando em diferentes funções. 

Tudo era necessário, tudo valeu a pena, desde as conquistas até os desacertos, desde pessoas inesquecíveis até as descartáveis.

Conversando com os meus filhos e reiterando-lhes, sobre a necessidade de tomarem consciência da importância, de assumir o comando sobre o futuro, a partir de ações no presente, percebo, mais uma vez, o infinito e o efêmero do tempo. 

O tempo não pára, não tem fim, mesmo quando não houver nada, hipoteticamente, porque a matéria não termina ou não tiver alguém para medi-lo, ele continuará, mas as nossas vidas são tão curtas, que devemos aproveitar cada instante, porque a oportunidade talvez não seja a última, mas o momento é irrepetível, ele já passou.

Os que conseguiram ficar na Argentina mais uns dias decidiram organizar um churrasco de despedida e o convite foi enviado por cortesia, a todos, os que comumente nos reuníamos, mas a possibilidade de eu comparecer era bem improvável. Na ocasião, só pôde enviar um e-mail confirmando o que todos sabiam, ou seja, a minha não presença, já seja, para bem, para mal, ou para nada.

Reproduzo o texto da mensagem, para que a leiam todos os que de uma forma ou outra, desconhecem a minha impressão daquela cidade, daqueles dias.
Hola

Por razones conocidas por todos, físicamente no estaré con ustedes, mas les llevaré mis recuerdos, los mismos que me esforcé por recopilar, aquella tarde, donde con una carga emocional grande, me despedí de casi todos, salí por aquella misma puerta que tantas veces me vió partir y regresar y me volví andando por aquellas calles, de una encantadora ciudad, cuya belleza y encantos, ni sus propios habitantes consiguen calcular.
Quiero reiterarles que les soy eternamente grato, por todo lo que ocurrió y hasta por lo que no pasó.
Yo albergo espacio para las cosas buenas, para lo que aprendí, para lo que aporté, para las personas que conocí. Para mí, el ser humano y las relaciones humanas, son el centro de todo.

Las cosas no tan buenas, sirven para el libro de las experiencias, de lo que debe ser evitado, descartado, para me prevenir y sinceramente no tuve que agregar muchas páginas, durante este período en Buenos Aires.
Aproveché el tiempo en cosas más útiles, en crecer.

Hoy comencé a trabajar en las instalaciones de la empresa en Belo Horizonte, para comenzar un nuevo ciclo o quizás para dar continuidad, al que inicié antes de ir para Argentina. De cualquier forma, con la misma dosis de optimismo. No hay frustraciones. Hay experiencias. Hubo vivencias.
A todos les deseo que encuentren sus buenos caminos y que algún día podamos reunirnos, reir del pasado y sonreir para el futuro: Sonríanle a la vida para que la vida les sonría.

Entrañable abrazo y excelente asado!!!
Lino

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Meu momento Celebridade

Esta foto foi feita no estádio do Boca Junior, na Bomboniére (La bombonera), em Buenos Aires, durante o último "amistoso" em 2012, que foi adiado entre Brasil e Argentina e que a final o nosso pais venceu.

É o momento celebridade ou mais próximo de celebridade, que já tive nos últimos anos. Confesso que fui arrastrado para esta foto, mas não me arrependo, a persona ou a personagem Ceará, fantaseado de Pelé, foi de extrema gentileza e amabilidade e eu, que não sou nada dado a este tipo de abordagem, me senti confortável.

A única semelhança com Dimitri kuldarov, "o herói" de Anton Chejov é que eu estava um pouquinho tonto, o que é inusual em mim.

A celebridade não é o meu fim, não é o meu objetivo.


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Todos nos sentimos aptos para dar consejos.


Muchas veces pensamos, que tenemos la capacidad de analizar la situación del prójimo, al tiempo que definimos teoricamente, un conjunto de soluciones, aparentemente simples,  para dar al traste con los problemas que acongojan a los demás.

La buena voluntad, el deseo de ayudar y ser útiles,  marcan presencia en estas horas. En ocasiones nos hacemos  víctimas del viejo refrán: “En casa del herrero, cuchillo de palo”. Cuántas  veces nos hemos visto en encrucijadas similares y no hemos sido capaces ni de pensar, ni tan siquiera por escasos instantes, en algunas de las propuestas, que  por nuestra parte, ya fueron brindadas a otros necesitados?

No atinamos a poner en práctica, ni el 10% de aquello que ofreceríamos como soluciones. Pienso que si aplicáramos el 11% de lo que elaboramos para salvar otras personas, nuestras propias vidas serían mucho mejores y articuladas, al tiempo que puliríamos cada vez más nuestra sagacidad, para construir salidas para los problemas propios y los ajenos.

Pero que seríamos, si no tuviéramos esa persona,que de buena fé, nos tenta guiar, abrir los ojos?  Muchas veces, excelentes seres humanos sin recursos de ninguna índole, inclusive, por veces, provistos de inteligencias de no muy largo alcance. Ver cómo se esmeran en colaborar, con las vivencias que tuvieron, tan o más estimables que muchos QI aventajados, con el aval de haberse formado en la rica universidad de las calles!

Entonces, cuando se tiene el privilegio de recibir “abre-ojos”, que brotaron de las gargantas de especialistas en el assunto: “vivir”, lo mejor que podemos hacer es detenernos y reflexionar. Haz recibido el llamado de la vida y este asunto, merece atención.